sábado, 5 de novembro de 2011

Poema Brasileiro

Somos soldados, pedindo esmola.
Somos pessoas, lutando na guerra.
Ganhando bala, em vez de moeda.
Atirando moeda, em vez de bala.
Guerreiros em tempos de paz.
Pessoas em tempos de guerra.
Lutando contra um inimigo que nunca descansa.
Um inimigo de mãos invisíveis.
Um inimigo com mascara de homens.


Renan Albuquerque
Com a inspiração e titulo Paulo Henrique.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Momento de Kaus 9

agora vou dormir
por que a noite é curta
o dia chama
e o futuro bate na porta
sem paciência
para esperar
eu responder


Renan Albuquerque

Paixões

a vida é feita de paixões
de ilusões,
talvez

nem me lembro mais
de quando não
me apaixonei

por você
e por outras
em outras canções

paixões passageiras
outras duradeiras
sempre a beira de precipícios
no alto das montanhas


Renan Albuquerque



Minha Querida

em vez do seu abraço
querida
busco o abraço do sono
sono de esquecimento
sono de redenção
um sono sem sonhos
nos quais em seus braços estou
 

ai minha querida
por que transforma tu
meus sonhos
em pesadelos

ai minha querida
por que transformas tu
minha felicidade
em saudade



Renan Albuquerque

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Silêncio Sussurrante

A noite cai...
Dá quase pra ouvir os sussurros,
O silêncio falando ao meu ouvido..

Palavras,
Ideias,
Sentimentos...

A noite viva!
E pura!
Nas palavras,
Nas letras,
Nas mentes...


Renan Albuquerque 


PS.: Eu pretendo promover uma formatação disso aqui em breve, esta muito bagunçado pro meu gosto, muitas fontes diferentes.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A Maçã

Gravidade,
Magnetismo,
Amor...
Estranhas forças de atração
Não podemos ver,
Apenas Sentir...
Como a brisa que nos afaga,
Como o calor que nos conforta...

Presunção humana medir o infinito?
Hipocrisia não pensar Deus?
Ciência,
Filosofia,
Religião,
Necessárias ou não?



Paulo Henrique e Renan Albuquerque

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Momento de Kaus 8

São simplesmente momentos
De complicadas paixões,
Estranhos sentimentos,
E ilógicas ações.


Renan Albuquerque

Encruzilhada do Destino

Perdidos caminhos
Já não encontrarei mais

São agora perdidas as ilusões...
De encontrar de novo
Em alguma encruzilhada ao acaso do destino...

Somente sonho
Com o encontro de nossas sombras
Enquanto não encontro minha realidade

A decidir
Qual caminho seguir


Renan Albuquerque

sábado, 18 de dezembro de 2010

Resgate no Escuro

Em dias de escuridão,
As sombras consolam
O meu coração

Sem alegrias,
Só a tristeza
Escreve,poesias...

Sozinho espero
O resgate chegar,
A mensagem já foi
A muito enviada.

Em segredo espero,
Sinceramente...
Que alguém venha
Me resgatar.


Renan Albuquerque

sábado, 27 de novembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Escritos

Na solidão...
Um elegante caixão.

Um passante
E uma criança pedante.

O chão dourado,
Um céu estrelado.

Num rosto tenso
Lagrimas ao vento. 

Homem surpreso,
Sorriso intenso.

Brilho de ouro,
Abraço caloroso.

Brilho de prata,
O beijo que arrebata.

O tempo que passa,
A vida que enlaça.


Renan Albuquerque

sábado, 13 de novembro de 2010

Conversa Entre Amigos

A porta ai atrás de ti
Tá aberta, cara
Ta ventando não?

Ainda não,
Estou esperando pela tempestade

Deixa ela entrar
Pra tomar um café
Frio.

Ele vai estar quente,
Por causa das emoções que ela carrega.
E a porta ai atrás de ti, ta fechada
Não ta calor não? 

Não sinto mais o tempo
A temperatura
E a tensão.
Atenção!

Ah, mas é sempre perigoso não sentir o fogo
A chama da vida
A chave da porta

Lenda Viva

Em uma noite escura
Fantasmas assustam,
Lobisomens uivam
E monstros rastejam.

Amedrontando
A criança acordada eles estão.
Passos no vazio são ouvidos,
A angústia é companhia real.

Ela corre para o quarto,
Procura refúgio,
Solta um grito,
Busca uma última solução.

A única saída é enfrentá-los,
Não passam de transcendências irreais.
Quando de repente, quase vencida, diz:
Vamos juntos, para as sombras do medo?
Até amanhã, quando o sol raiar.


Renan Albuquerque e Paulo Henrique

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ibrahim Ferrer – Perfidia

Uma Bela Canção.

Ser

Eu sou o silencio da noite,
o vento nas folhas,
a luz do luar.

Sou o uivo do lobisomem,
o frio da solidão,
e o calor da fogueira.

Sou o mistério do escuro,
a corda do enforcado.

Sou o que amedronta
e o que encoraja.

Sou a razão do louco,
e o devaneio do são.


Renan Albuquerque